“Lobo Solitário”: uma história, um mar de emoções

lobo solitário

Escrito em 2003, só em julho de 2021 é que o autor editou o “Lobo Solitário“. Descontentamento com a sua vida profissional e pessoal, obrigaram-no a colocar o foco em algo que pudesse promover um sentimento de auto-realização e o concretizar de um sonho. Arregaçou as mangas e o trabalho efetuado está agora sujeito ao escrutínio e à crítica.

“Lobo Solitário” tem dois personagens principais e um enredo que promete prender o leitor à história. Do início ao fim do livro. Romance? Drama? Vamos deixar cada um decidir por si. Certo é, que no final da leitura, tal como o autor escreve na sua sinopse, efémero e perpétuo são dois adjetivos, tão opostos quanto verdadeiros, bem patentes na obra.

Um pequeno excerto…

“E eis que, quando o nosso lobo solitário tenta esboçar mais um “mas”, a Ana o abraça e beija apaixonadamente.

O João estava radiante, sentia-se a levitar. Olhou para a bela rapariga e pensou que, mesmo que aquele momento não se voltasse a repetir, ele não se importaria, pois na sua mente iria permanecer eterno.

O João tinha alcançado o sonho. Havia compreendido que uma pequena ave pode também sonhar. Mesmo com asas frágeis e curtas, consegue chegar onde só possantes águias, com enormes asas e fortes garras, almejam voar.”

Sobre o autor do livro “Lobo Solitário”

Nascido a 2 de Janeiro de 1978, natural do Porto, Cláudio Cardoso é licenciado em Ciências Sociais (minor em Psicologia) pela Universidade Aberta. Apesar de ser a sua primeira obra editada, a paixão pela escrita é antiga.

Para mais informações

Cláudio Cardoso

[email protected]

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