Ministra da Justiça lamenta morte de Jorge Sampaio

A Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, expressou os seus sentimentos numa nota de pesar pela morte de Jorge Sampaio, antigo Presidente da República, “um exemplo de coerência, de retidão, de propósitos e de princípios”.
10 set 2021, 11:15




Jorge Sampaio no Horasis Global Meeting, Cascais, em 2018 | Autor: Richter Frank-Jurgen

“Com a morte de Jorge Sampaio, Portugal e o mundo perderam um grande jurista, um excelente advogado, um grande estadista e um extraordinário humanista. Era isso que Jorge Sampaio representava, sobretudo, e foi por causas humanitárias que lutou até ao final da sua vida.Toda a sua existência é um exemplo de coerência, de retidão de propósitos e de princípios.Enquanto jovem como líder estudantil e, posteriormente, como advogado – um advogado de causas contra a oposição democrática  e na defesa das liberdades -, Jorge Sampaio sempre se distinguiu e esteve na primeira linha.Hoje, ficamos todos mais pobres, Portugal e o mundo. Porém, neste momento, o que mais desejo é dirigir uma palavra de pesar à família mais próxima”.Jorge Sampaio, que morreu hoje aos 81 anos, foi Presidente da República durante dois mandatos, entre 1996 e 2006. Em 1989 foi eleito líder do Partido Socialista e na mesma altura ganhou a presidência da Câmara de Lisboa, tendo sido reeleito em 1993.Após a passagem pela Presidência da República, foi nomeado, em 2006, pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, enviado especial para a Luta contra a Tuberculose e entre 2007 e 2013 foi alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações.Atualmente presidia à Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013 com o objetivo de contribuir para uma resposta à emergência académica que o conflito na Síria criara, deixando milhares de jovens para trás sem acesso à educação.



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