IRN conta com novas instalações para atendimento ao público no Porto

Maior comodidade, conforto e privacidade tanto aos trabalhadores como aos cidadãos durante o atendimento. Assim são as novas instalações do Instituto dos Registros e do Notariado (IRN) no Porto. O novo espaço já está a funcionar no Palácio dos Pestanas, um símbolo da arquitetura da cidade, e concentra diversos serviços como o Cartão de Cidadão, Passaporte e Carta de Condução.

O edifício foi adaptado e agora possui 76 modernas estações de trabalho, duas salas de atos – destinadas, entre outros, à celebração de casamentos -, uma sala atendimento reservado, áreas de atendimento diversificadas, áreas de espera e áreas de BackOffice.

“O local escolhido para acomodar estes serviços, não podia ser mais digno. A sua instalação no antigo Palácio dos Pestanas, edifício que, juntamente com a sua capela, é um monumento ímpar da cidade do Porto representando um dos exemplares mais emblemáticos do neogótico português, é um unir de mãos do passado e do presente que os serviços de registo representam”, referiu a secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, durante a cerimónia de inauguração, que também contou com a presença da presidente do IRN, Filomena Rosa, e do presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira.

Anabela Pedroso também destacou os serviços de identificação civil e de registo como garantes da segurança jurídica, “tradicionalmente e desde longa data”, mas também como sinal de modernidade, “na medida em que têm constituído um exemplo para a administração pública no que respeita à simplificação de procedimentos, à implementação de novos serviços e ao uso das novas tecnologias”.

Para a Secretária de Estado da Justiça, os serviços de identificação civil e de registo são serviço público por excelência, “porque são e foram, desde sempre, orientados para o serviço ao cidadão, na proteção e realização dos seus mais elementares direitos”.

A inauguração das novas instalações no Palácio dos Pestanas, no Porto, “é mais um passo no reatar da confiança dos operadores e cidadãos na Justiça, na renovação de uma ‘cultura de serviço’, porque o serviço público é de todos e para todos”, sublinhou Anabela Pedroso. “Em suma, com esta mudança que hoje assinalamos, pretendemos disponibilizar um espaço de serviço público mais agradável e eficiente que todos identifiquem como seu”.

 

Partilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin